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Catarina, fala e conta.

Um acervo de idéias e palavras soltas sobre a vida de uma universitária ora dona de casa ora saqueadora de bibliotecas.

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Melodramas amorosos

Razão

Tu tem razão de querer ir… Realmente, não sou mais eu mesma.

Em algum momento nesse um ano deixei de fazer os meus planos, parei de correr atrás dos meu sonhos sonhos e de planejar algo para mim mesma. Tua presença me deixou tão confortável, mas tão confortável, que eu simplesmente parei de querer algo a mais para mim: tu me bastava. Na vida. No presente. No futuro.

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Cartografia celeste dos teu olhos

São olhos. seus olhos. olhares. segredos.

São desejos. escondidos. enterrados. abandonados.

São profundos. tão intensos e castanhos como os teu olhos. e tão quentes como as tuas mãos.

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Que seríamos se fosse

E o único som que se ouve é do vento a soprar, sussurrando segredos, sonhos e desejos; sussurrando a velha batida de nossos corações, de nossas almas; fazendo música ao misturar seus gritos com meus gemidos, nossa respiração com o universo, nós com o todo.

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Palavra.

E tudo que eu tinha para lhe dar era a minha palavra. Então eu lhe dei.


Te dei minhas frases.
Minhas rimas.
Meus versos.
Meus contos e histórias.
Te dei até meus versos ruins.

Te desenhei em verso os meus sonhos,
te traduzi em contos minhas vontades,
te entreguei em mapa de palavra o meu eu.
E esperei.

E enquanto esperava brotou do meu peito mais e mais palavras, que ansiosas não esperavam nem o tempo de chegar ao papel.

Brotavam como nascente cheia, escorriam pelos dedos e vazavam as pressas sem tempo nem para se organizarem em frases coerentes.

Enquanto esperava fui fazendo mais palavras e dedicando a ti todas elas.
Esperando.
Escrevendo.
Me derramando.
Esperando.
Me traduzindo para a tua língua.
Me escrevendo no teu idioma.
Me poetizando na tua linha.
Me entregando pra tua frase.
E esperando.

Espero.

E desejo.
Que minhas palavras sejam suficientes para te alcançar. E que sejam o suficiente para te fazer voltar. E permanecer.

Eu só posso te dar minha palavra… E foi por isso que decidi te dar todas elas.

São tempos de calmaria no mar.

– E então Capitã, para onde vais agora?

A pergunta a corroía por dentro há dias. Não sabia para onde ir e nem se precisava ir.

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Da coruja à hiena, com amor.

Eu sei como esse amor nasceu.
Sei onde e como ele cresceu.
Sei do que se alimentou.
E também sei como encontrou esse fim.

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Reflexões de uma capitã abandonada no mar

Por muito tempo fiquei a deriva no mar; sem ventos a soprar nem fôlego para mergulhar, fui repensando minha vida e as escolhas que me levaram até o momento em que me encontrava, perdida e abandonada a própria sorte por mim mesma.

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Tantas drogas por aí e eu fui viciar logo no teu beijo

Era impossível imaginar que um dia correríamos um para os braços do outro, que sentiríamos saudades do toque um do outro e, ainda mais impossível, que nossos corações aceleracem tanto um pelo outro. Mas o impossível aconteceu e, naquela madrugada, realizamos o impossível um no corpo do outro.

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Acordei hoje com teu perfume.

Acordei hoje com teu perfume.

Teu perfume foi a primeira coisa que senti quando me percebi despertando. Depois vieram o calor das nossas pele, a maciez do teu cabelo e aquele arrepiu que me dá sempre que escosto em ti.  Nossos braços e abraços eram, sem duvida, a maior tradução do que tinha sido a noite anterior: ali, naquele momento, nós três éramos o retrato do amor e da paz.

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